| 05-09-2010 | 06:24 Bem Vindo | Registe-se | | ![]() |
ASSINADO PROTOCOLO RELATIVO AO PARQUE DE S. CAETANO
Em cerimónia realizada na plataforma superior do Parque de S. Caetano, a 26 de Março, foi assinado um Protocolo de Colaboração entre a Junta de Freguesia de Vilar do Paraíso e o Município (através do Parque Biológico), no sentido do Parque Biológico gerir e conservar o Parque de S. Caetano, que assim passa a estar incluído na «Rota Verde dos Parques de Gaia», recentemente abrangida pelo Regulamento Municipal de Espaços Verdes.
À cerimónia estiveram presentes o dr.Elísio Pinto e o Executivo que lidera da Junta de Freguesia, a eng.ª Mercês Ferreira (vereadora do Ambiente), o dr. Nuno Oliveira e o eng. Carlos Duarte (Presidente da Administração do Parque Biológico e membro da mesma Administração, respectivamente), para além do Presidente da Assembleia Municipal, César de Oliveira. Na hora das intervenções, o dr. Elísio Pinto referir-se-ia a um “dia marcante” para o Parque de S. Caetano, um “espaço que há muito reclama uma alteração”. Mais recentemente, têm vindo a ser feitas obras de requalificação e beneficiação, como a requalificação da ribeira de Valverde e dos Ribeirais, a construção de novos sanitários e do Parque Infantil, a requalificação da Av. de S. Caetano e da envolvente à Capela de S. Caetano, assim como a beneficiação de vários patamares a jardim nas imediações da mesma Capela. Concluída que for a requalificação a ser realizada pelo Parque Biológico, “Vilar do Paraíso será uma mini-cidade educativa” – adiantou Elísio Pinto. «Cidade» que também englobará o “novo «Campus Escolar» e as novas instalações da Academia de Música de Vilar do Paraíso”. Por seu turno, a eng.ª Mercês Ferreira disse acreditar que, “com esta requalificação, o concelho está a dar mais dignidade aos seus espaços verdes, o que o leva a atingir um superior patamar de qualidade”. O dr. Nuno Oliveira, dando conta que a empresa que dirige já iniciara o processo de demolição de algumas árvores, informou que entretanto foram replantadas outras árvores. “Por muito que nos custe – acentuaria o orador - , às vezes é preferível abater as árvores”. Seguiu-se então nova cerimónia, de especial significado, com a plantação de uma árvore, gesto que teve a colaboração dos três oradores anteriormente referidos. No âmbito do Comemoração Municipal do Dia da Árvore (assinalando-se o início da Primavera), já havia sido dado começo, antes da assinatura do Protocolo, ao abate de árvores doentes ou em risco de queda (e mesmo mortas), que ameaçavam a segurança das pessoas, tendo-se em conta o rigor do último Inverno, tal como o ajardinamento da plataforma superior e a renovação do respectivo mobiliário.
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